quinta-feira, 13 de agosto de 2009

quinta-feira, 30 de julho de 2009

O Gato Preto de Poe


Hoje iremor ler o conto O Gato preto

http://www.gargantadaserpente.com/coral/contos/apoe_gatop.shtml

Vamos dar uma olhada no edital para concurso de Contos de Terror Prêmio Edgar Alan Poe

http://camaradostormentos.blogspot.com/2009/05/charles-dickens-o-gato-preto.html

Autor: Edgar Allan PoeEditora: Melhoramentos



O gato preto é a misteriosa história de um homem que, movido pelo excesso de álcool e transformado pelo amor que seu gato tem por ele, acaba por enforcar seu próprio bicho de estimação. Perseguido pelo fantasma do gato, acaba adotando outro gato preto muito parecido com o anterior. Mas, com o passar do tempo, esse gato, além de despertar a mesma aversão em seu dono, revela em sua pelagem, a marca da força.

Definições de conto

AULA SOBRE CONTOS – 9° ANO
Professora: Kathia Leite
Definindo conceitos – o que é um conto?
Conto é uma narrativa curta e que se diferencia dos romances não apenas pelo tamanho, mas também pela sua estrutura: há poucas personagens, nunca analisadas profundamente; há acontecimentos breves, sem grandes complicações de enredo; e há apenas um clímax, no qual a tensão da história atinge seu auge.

No conto, tempo e espaço são elementos secundários, podendo até não existir. Além disso, os próprios acontecimentos podem ser dispensáveis. Há, por exemplo, contos de Machado de Assis ou Tchekov nos quais, simplesmente, não tem nada que acontece. O essencial está no ar, na atmosfera, na forma de narrar, no estilo.

Grandes escritores de contos do século XIX:

O século XIX foi o que teve o maior número de mestres na arte de escrever contos. Foi nesse período que surgiram os contos clássicos mais lidos até hoje, como O Gato Preto, de Allan Poe; O Alienista, de Machado de Assis; Bola de Sebo, de Guy de Maupassant; entre outros.
Grandes escritores de contos do século XX
O século XX destacou, principalmente, Kafka, James Joyce e o grande Jorge Luís Borges, o maior escritor de contos de todos os tempos.
Clique no nome do autor para comprar um de seus livros de contos.
· O. Henry
· Anatole France
· Virginia Woolf
· Katherine Mansfield
· Kafka
· James Joyce
· William Faulkner
· Ernest Hemingway
· Máximo Gorki
· Mário de Andrade
· Monteiro Lobato
· Aníbal Machado
· Alcântara Machado
· Guimarães Rosa
· Isaac Bashevis Singer
· Nelson Rodrigues
· Dalton Trevisan
· Rubem Fonseca
· Osman Lins
· Clarice Lispector
· Jorge Luís Borges
· Lima Barreto

Dicas para escrever um conto

O enredo do conto deve apresentar em linhas gerais, as seguintes fases:
1.Apresentação
2.Complicação ou evolução
3.Clímax
4.Solução ou desfecho

Evite o uso de repetições fazendo uso de sinônimos. O conto não deve cansar o leitor e superestimar (nem subestimar) sua inteligência. Podemos enganar usando um raciocínio lógico falso que o induza a pensar de uma forma, mas nunca dizer o óbvio.
O título não deve sugerir o conteúdo do conto. Os títulos curtos são sempre melhores e instigantes.
Elimine explicações e descrições que não tenham importância para a história, cortar parágrafos é dar movimento mais dinâmico ao conto.
Deixe de lado os verbos de ligação e os pronomes reflexivos, com eles, a leitura se torna cansativa. Também evite o uso demasiado de conjunções aditivas.

Fonte: http://www.lendo.org/como-escrever-um-conto/

Concurso de Contos de Natal

Olá...

A academia alagoana de letras lançará no proximo dia
3 de agosto a inscrição para o concurso de contos de natal

Idade dos participantes: de 12 aos 16 anos

Prêmio:

1° lugar: R$ 2.000
2° Lugar R$ 1. 000
3° e 4º Lugares: Certificados de méritos


Aproveitem a oportunidade para por em prática todo o nosso aprendizado sobre contos

bjs

kathia

20contar... Atividade para o 9º ano

1º Pesquisa e selcciona um conto português.

A seguir indico alguns sites de onde podes retirar o teu conto:
http://www.hette.com.br/cc/cronicas.htm
http://www.rpgonline.com.br/contos.asp
http://www.ficcoes.org/biblioteca_conto/a_mulher_que_aprendeu_a_chorar.htm

2º Recolha fotografias e desenhos que possam ilustrar os slides do teu conto.

3º Divida o conto pelo número de slides que considerares necessários para o contares na totalidade, sabendo que não deves colocar muito texto mas frases curtas em cada slide do PowerPoint.

Deves começar por escrever as frases em cada um dos slides e depois encontrar a imagem ou imagens que possam ilustrar essa frase.

4º Coloca a frase do conto e a fotografia/desenho correspondentes

Bom trabalho!

domingo, 7 de junho de 2009

Incentivo à leitura no Colegio Rosalvo Ribeiro








Os alunos do 6º ANO B preparando o dia de incentivo á leitura

Dia da língua portuguesa



Um pouco sobre a nossa Língua:

A história da língua portuguesa começa com a própria história de Portugal e remonta a mil anos, época em que os árabes dominavam a península ibérica. Foi nessa luta para defender o cristianismo e a coroa que se destacou Dom Henrique, conde de Borgonha. E foi em gratidão pelos serviços prestados que Dom Afonso VI, rei de Leão e Castela, deu-lhe a mão de sua filha Dona Tareja e parte de um território da região da Galiza, o Condado Portucalense, situado entre o Minho e o Vouga.

Mas foi o filho de Dom Henrique, Dom Afonso Henrique, que rompendo com Castela se fez proclamar rei de Portugal. Nascia então a nacionalidade portuguesa e com ela o desejo de uma identidade própria. Não foi difícil, visto que na faixa ocidental da grande Hispânia, já havia um falar diferente de todos os outros. O galego-português cederá seu lugar ao português e, no século XII, este já é a identidade lingüística do povo de Portugal.

O português vai se cultivar na poesia, na boca dos cantores e trovadores, os reis darão o exemplo e se entregarão também às canções de amor e de amigo, virão as novelas de cavalaria, nascerá o teatro das ruas, com a linguagem híbrida e viva do povo. Mas será Camões que dará brilho e fulgor ao idioma lusitano. Não por menos, será considerado para sempre o maior gênio da nacionalidade.

E o português foi com as caravelas e entrou pelas terras estrangeiras e cantou na boca das raças e construiu morada e cultura.

Os povos que receberam a língua de Camões por herança, conheceram a doçura de suas palavras, os encantos de sua melodia e deram-lhe as nuanças das terras ultramarinas. Hoje é uma das mais faladas línguas do planeta e os que amam sabem que, apesar de ser a “última flor do Lácio”, não é inculta, mas vigorosamente bela.

A língua portuguesa abrange uma população de mais de 250 milhões de pessoas. È a quinta língua mais falada no mundo e a terceira mais falada no mundo ocidental. Idioma oficial de Portugal, Brasil, Angola, Cabo Verde, Guiné-BIssau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor Leste, sendo falada na antiga Índia Portuguesa (Goa, Damão, Diu, e Dadrá e Nagar -Aveli), MacauGuiné Equatorial, além de ter também estatuto oficial na União Européia, no Mercosul e na União Africana.

A língua portuguesa é uma língua românica (do grupo íbero-românico), tal como o castelhano, catalão, francês, italiano0, romeno e outros.

Assim como os outros idiomas, o português sofreu uma evolução histórica, sendo influenciado por vários idiomas e dialetos, até chegar ao estado conhecido atualmente. Deve-se considerar, porém, que o português de hoje compreende vários dialetos e subdialetos, falares e subfalares, muitas vezes bastante distintos, além de dois padrões reconhecidos internacionalmente (português brasileiro e português europeu). No momento atual, o português é a única língua do mundo ocidental falada por mais de cem milhões de pessoas com duas ortografias oficiais (note-se que línguas como o inglês têm diferenças de ortografia pontuais mas não ortografias oficiais divergentes), situação a que o Acordo Ortográfico de !990 pretende pôr cobro. Segundo um levantamento feito pela Academia Brasileira de Letras, a língua portuguesa tem, atualmente, cerca de 356 mil unidades lexicais.

"Uma língua não nasce em dia e hora certa, nem evoluciona, num momento, de um estado a outro."
Carolina Michëlis de vasconcelos

domingo, 22 de março de 2009

Construção do Jornal do Rosalvo...

Olá garotos (as) do 9° ano estou esperando as matérias para o jornal do Rosalvo

espero que vocês ja tenham preparado algo

bjs

vocês tem ai um vídeo para inspiração...





Também vou disponibilizar um resumo sobre a hitória do jornal...


Até a chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil, era proibida toda e qualquer atividade de imprensa — fosse a publicação de jornais, livros ou panfletos. Esta era uma peculiaridade da América Portuguesa, pois nas demais colônias européias no continente a imprensa se fazia presente desde o século XVI.A imprensa brasileira nasceu oficialmente no Rio de Janeiro em 10 setembro de 1808, com a criação da Gazeta do Rio de Janeiro, órgão oficial do governo português que tinha se refugiado na colônia americana. Pouco antes no mesmo ano, porém, o exilado Hipólito José da Costa lançava, de Londres, o Correio Brasiliense (com S), o primeiro jornal brasileiro — ainda que fora do Brasil. Enquanto o jornal oficial relatava "o estado de saúde de todos os príncipes da europa, (...) natalícios, odes e panegíricos da família reinante"[1], o do exilado fazia política. Embora (diferentemente do que muito se divulga) não pregasse a independência do Brasil, e tivesse um posicionamento político por vezes conservador, o Correio Brasiliense foi criado para atacar "os defeitos da administração do Brasil", nas palavras de seu próprio criador, e admitia ter caráter "doutrinário muito mais do que informativo" .A proibição à imprensa (chegaram inclusive a destruir máquinas tipográficas) e a censura prévia (estabelecida antes mesmo de sair a primeira edição da Gazeta) encontravam justificativa no fato de que a regra geral da imprensa de então não era o que se conhece hoje como noticiário, e sim como doutrinário, capaz de "pesar na opinião pública", como pretendia o Correio Brasiliense, e difundir suas idéias entre os formadores de opinião — propaganda ideológica, afinal.A censura à imprensa acabou em 1827, ainda no Primeiro Reinado. A própria personalidade de D. Pedro II, avessa a perseguições, garantia um clima de ampla liberdade de expressão — em nível não conhecido por nenhuma república latino-americana, graças aos caudilhos autoritários que lá se alternavam. A liberdade de imprensa já era garantida mesmo pela Constituição outorgada de 1824. Escreve Bernardo Joffily: "Cada corrente tem seu porta-voz", mas, ainda assim, "há órgãos apolíticos: o Diário do Rio de Janeiro (1º diário do País, 1821-1878) nem noticia o Grito do Ipiranga. Mas a regra é a imprensa engajada, doutrinária"[2].O francês Max Leclerc, que foi ao Brasil como correspondente para cobrir o início do regime republicano, assim descreveu o cenário jornalístico de 1889:"A imprensa no Brasil é um reflexo fiel do estado social nascido do governo paterno e anárquico de D. Pedro II: por um lado, alguns grandes jornais muito prósperos, providos de uma organização material poderosa e aperfeiçoada, vivendo principalmente de publicidade, organizados em suma e antes de tudo como uma emprêsa comercial e visando mais penetrar em todos os meios e estender o círculo de seus leitores para aumentar o valor de sua publicidade, a empregar sua influência na orientação da opinião pública. (...) Em tôrno deles, a multidão multicor de jornais de partidos que, longe de ser bons negócios, vivem de subvenções dêsses partidos, de um grupo ou de um político e só são lidos se o homem que os apoia está em evidência ou é temível."De fato, os jornais de partidos, ou espontaneamente criados e mantidos por militantes, carecem de organização institucional e de profissionalismo jornalístico. Nos tempos de maior exaltação na campanha republicana (1870-1878 e 1886-1889), surgem dezenas de jornais (que não passam de 4 páginas cada) efêmeros, sem durar mais que alguns meses.Entre os jornais cariocas da época imperial estavam, em primeiro grau de importância, a Gazeta de Noticias e O Paiz, os maiores de então e os que sobreviveram mais tempo, até a Era Vargas. Os demais foram o Diario de Noticias, o Correio do Povo, a Cidade do Rio, o Diario do Commercio, a Tribuna Liberal, alguns jornais anteriores a 1889, mas de fortíssima campanha republicana, como A Republica, e as revistas de caricatura e sátira: a Revista Illustrada, O Mequetrefe, O Mosquito e O Bezouro. Outros ainda eram o Jornal do Commercio e a Gazeta da Tarde.O caricaturista, ilustrador, jornalista Ângelo Agostini está entre as maiores personalidades da imprensa brasileira. Numa época em que a fotografia ainda era rara — e cara — o ilustrador tem o poder inegável de construir o imaginário visual da sociedade. Assim, o "Imperador Cabeça-de-Caju" ou o primeiro-ministro gorducho com ar de soberbo são o que a população — e aí, mesmo a massa analfabeta entra — vai consumir e por onde vai se pautar. Ali criou-se uma iconografia simbólica da política no final do Império.A Revista Illustrada realmente era inovadora. As ilustrações litografadas almejavam ao perfeccionismo e ao mesmo tempo à expressividade. Inova a Revista também por uma diagramação "interativa", com ilustrações sobre o cabeçalho, moldura, etc.. Saía semanalmente e tinha distribuição nacional.Nos 22 anos contínuos em que foi publicada, a Revista Illustrada entranhou-se no cotidiano nacional (Cf. Werneck Sodré) e inspirou uma geração de magazines satíricas. Embora um pouco anteriores, fazem parte da mesma safra: O Mosquito, O Besouro (ambos de Bordalo Pinheiro, imigrante português, amigo de Agostini) e O Mequetrefe
Fonte(s):
http://pt.wikipedia.org/wiki/Imprensa


domingo, 8 de março de 2009

6° ano contos infantis e fábulas

olá alunos do 6° ano este é um ótimo site para vocês escolherem as fábulas e contos do projeto.
E não esqueçam de estudar para o soletrando e para o simulado, lembrem-se que o assunto é texto narrativo
bjs e boa semana para vocês...
http://www.qdivertido.com.br/contos.php

sábado, 14 de fevereiro de 2009

aula de redação Rosalvo

oi meninos observem o video...

prometido

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

O novo acordo ortográfico

É o novo acordo ortográfico está chegando com a bola toda
e é claro que até lá nós teremos que praticar bastante e também ler muito sobre as novas mudanças, mas o que importa é que até 2012 nós teremos que escrever ideia isso sem acento! entre outras e outras mudanças...


A disciplina do amor

A disciplina do amor

Foi na França, durante a segunda grande guerra: um jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-se na esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e na maior alegria, acompanhava-o com seu passinho saltitante de volta a casa. A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam-lhe festinhas e ele correspondia, chegava a correr todo animado atrás dos mais íntimos. Para logo voltar atento ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em que seu dono apontava lá longe. Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o lhar ansioso naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Assim que anoitecia, ele voltava para casa e levava sua vida normal de cachorro até chegar o dia seguinte. Então, disciplinadamente, como se tivesse um relógio preso á pata, voltava ao seu posto de espera. O jovem morreu num bombardeio mas no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando aquela hora ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias. Todos os dias. Com o passar dos anos ( a memória dos homens!) as pessoas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou. Casou-se a noiva com um primo. Os familiares voltaram-se para outros familiares. Os amigos, para outros amigos. Só o cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem partiu) continuou a esperá-lo na sua esquina. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está esperando?... Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção.
Lygia Fagundes Telles

Volta as aulas...

Primeio dia de aula é tudo....
tudo de bom mesmo
amigos novos...
professores esperançosos e animados
e acima de tudo vontade
vontade de escrever e estudar
espero que esse ano de 2009
possa ser produtivo e que a gente se encontre
cada dia mais feliz...
bom retorno e que sempre haja tempo
para estudar e ler
bjs
kathia